Tratamentos

Nem toda dúvida é um diagnóstico. Todo cuidado começa pela escuta.

Em muitos casos, a criança não apresenta um transtorno psiquiátrico — os pais chegam com dificuldades diante de certos comportamentos, sem saber se são esperados para a idade. Por isso, o tratamento é sempre construído em camadas, na medida de cada família.

1
Orientação parental

A escuta dos pais é primordial — são as pessoas que mais conhecem seus filhos. Conhecer a dinâmica familiar permite trabalhar de acordo com a singularidade de cada criança e de cada família.

2
Psicoterapia

Quando a medicação não é necessária, a criança pode se beneficiar do acompanhamento pela psicologia infantil e do seguimento com a psiquiatria infantil, com o objetivo de monitorar a evolução do desenvolvimento emocional, social e cognitivo da criança.

3
Tratamento medicamentoso

Quando necessária, a medicação ajuda a criança a se reorganizar do ponto de vista psíquico — sempre com critério, acompanhamento próximo e decisão compartilhada com a família.

Criança concentrada brincando
Transtorno do Espectro Autista

Intervenção precoce: cada mês conta

A intervenção pode começar a partir dos 2 anos de idade, mesmo que ainda não haja um diagnóstico fechado. Quanto mais nova a criança, maior a neuroplasticidade — e maior a capacidade de responder a estímulos adequados, direcionados às limitações do transtorno.

Terapia ABA análise do comportamento aplicada, estruturada para as necessidades de cada criança
Modelo Denver estratégias naturalistas de intervenção precoce, integradas ao brincar
Pais e cuidadores capacitação básica para que as técnicas continuem na rotina da criança
TDAH

Equilíbrio para desenvolver todo o potencial

O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade ocorre em 3 a 5% das crianças e é o quadro mais encaminhado aos profissionais de saúde mental infantil. Identificar cedo evita ou minimiza dificuldades na escola e nos relacionamentos.

A imensa maioria dessas crianças tem a inteligência preservada — em geral são criativas, comunicativas e cheias de habilidades. O tratamento reduz as dificuldades de concentração e fortalece o autocontrole e a organização, para que todo esse potencial apareça.

Orientação à família Parceria com a escola Psicoterapia Medicação quando necessária
Menino pulando, cheio de energia
Ansiedade e humor

Sentimentos grandes em pessoas pequenas

Transtornos de ansiedade

Estão entre os quadros mais comuns na infância. A manifestação mais precoce é a ansiedade de separação — como no início da vida escolar — e pode aparecer como medos excessivos, fobias, pânico ou comportamentos obsessivo-compulsivos. Atenção precoce aos sinais permite que a criança receba cuidado no momento certo.

Depressão infantil

Depressão infantil existe — e é diferente da tristeza, que todos experimentamos. Como a criança ainda está formando seu repertório para nomear sentimentos, o quadro costuma aparecer no comportamento: mudanças bruscas, isolamento, irritabilidade, alterações de sono e apetite.

Quer saber o que observar em cada fase? Veja os sinais de atenção por faixa etária.

Sinais por idade →
E também

Outros quadros que acompanho

Cada criança é única — e alguns quadros pedem um acompanhamento próximo e continuado, sempre em parceria com a família.

Transtorno afetivo bipolar na infância TOC na infância Fobias específicas Transtorno desafiador de oposição Demais transtornos de início na infância
Criança desenhando durante atendimento

Não sabe por onde começar? Comece por uma conversa.

Me conte o que você tem observado — juntos, encontraremos o melhor caminho para o seu filho.

Agendar pelo WhatsApp